• Moinho de água localizado nas margens do Guadiana, junto a Mértola, que outrora partilhava o local com outros engenhos do mesmo tipo. Ainda existe o açude que retinha águas para os fazer mover e que seguia por uma levada, meio escavada na rocha, meio sustentada por muros de pedra nua ou betonada. O último moinho a laborar, o da margem direita, cessou a sua atividade em meados da década de 40 do séc. XX.

    As Azenhas atravessaram toda a Idade Média com reconstruções sucessivas em alvenaria e casas de apoio em ambas as margens e fizeram parte do património da Ordem de Santiago até serem mais tarde vendidas.

    Duas azenhas e três moinhos de rodete distribuídos ao longo do açude, totalizam sete fios de água, que cortam o rio Guadiana e que durante séculos aproveitaram as correntezas para transformar o cereal em farinha e abastecer Mértola. Depois de perderem o seu papel principal, por cederem o passo às moagens de combustível fóssil transformaram-se em local de lazer de todas as estações no Parque Natural do Vale do Guadiana.

  • Alentejo

  • Mértola

  • Parque Natural do Vale do Guadiana

  • Sim

  • Acesso a Mértola a partir de:

    - Lisboa - A2/E1 até Castro Verde. Tome a saída 12 para IP2, N123 e IC27 até Mértola.

    Em Mértola, na rotunda que dá acesso à ponte que atravessa o Guadiana em direção a Serpa, siga a direção das Escolas e siga até ao final da estrada (coincide com o final da zona urbanizada). Estacione e depois siga pela direita até ao rio.

  • Marco histórico cultural

  • Isoladas na margem do rio.

  • Pública

  • Medieval

  • -

  • Se resolver experimentar a água tenha muita atenção às correntes do rio, aqui muito influenciado pelas marés